ALIMENTAÇÃO

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João Pessoa, Paraiba, Brazil
Este blog foi feito especialmente para nosso trabalho de químico com a nossa professora FÁTIMA PORTO do LYCEU PARAIBANO, fazemos parte da turma do 3º 37, e formamos um grupo de quatro integrantes (ADRIANA DE SOUSA, DÉBORA ARAÚJO JACELLYANE DE ANDRADE E PRISCILA DANIELLY). Estaremos sempre em atualização no momento em que a professora pedir novos assuntos da matéria de Química. Obrigada...

sábado, 16 de julho de 2011

HORMÔNIOS VEGETAIS



             
                                                      Os hormônios vegetais

Os hormônios vegetais estão presentes em diversas partes da planta:Ex: na folha, nos frutos, na raiz e também nos caules. Eles são substancias orgânicas responsáveis pelo desenvolvimento (crescimento) da planta .
             A produção hormonal pode, conforme a espécie vegetal, obedecer indirectamente os factores climáticos, sendo observável à medida que sucedem as estações sazonais do ano: primavera, verão, outono e inverno.

 O principais hormônios vegetais são: 
  •  Auxinas → Responsáveis pelos tropismos (foto e geotropismo), desenvolvimento dos frutos, alongamento celular radicular e caulinar. Esse fitormônio é produzido no meristema apical do caule, primórdios foliares, flores, frutos e sementes. Transportado pela extensão do vegetal através dos vasos xilema e floema. 
  • Etileno → sua concentração realiza o amadurecimento dos frutos e indução da abscisão foliar. Esse gás é produzido em diversos locais da planta, difundindo-se entre as células.
  • Citocianinas →Hormônio que retarda o envelhecimento das plantas, estimula as divisões celulares e desenvolvimento das gemas laterais. É produzido nas raízes e transportado para a planta através do xilema.
  • Giberelinas → Atua na floração, promove a germinação, desenvolvimento dos frutos. É sintetizado no meristema de sementes e frutos, transportado pelo xilema.
    Ácido abscísico → Provoca indução do fechamento dos estômatos, envelhecimento de folhas, dormência de sementes e gemas, inibe o crescimento das plantas. Sua produção ocorre em diversos órgãos da planta: caule, folhas e extremidade da raiz (a coifa). A difusão desse hormônio ocorre através dos vasos condutores de seiva.

                              Hormônio e o amadurecimento de frutas
   O hormônio responsável pelo amadurecimento das frutas é o ETILENO, ele é um gás que está presente nas frutas desde a caca até o seu interior.
   Durante a maturação das frutas ocorrem 3 reações:
  
1. Oxidação de lipídios: Essa reação é produzida pelo etileno e é responsável pelo rompimento nas fibras do fruto, tornando-o macio;

2. Quebra das ligações de amido
: A doçura das frutas maduras aparece neste momento: durante a quebra das ligações do amido presente em sua composição;

3. Quebra das moléculas de clorofila: O etileno é responsável ainda por quebrar as moléculas de clorofila presente na casca do fruto, que lhe confere a cor verde. Após esta reação, dependendo do fruto, a coloração fica avermelhada ou amarelada.


Dicas para o amadurecimento e conservação de frutas e verduras 


     


  • Para frutas como: pêras e pêssego, é só colocar em um saco de papel e deixar fora da geladeira
  • Para tomates e bananas é só deixar em um local fechado.


                                                    ESCOLA: Lyceu Paraibano
ALUNA: Jacellyane de Andrade Freire
SÉRIE: 3º 37

quarta-feira, 6 de julho de 2011

ALIMENTOS TRANSGÊNICOS



Alimentos transgênicos

   São alimentos produzidos a partir de organismos cujo embrião foi modificado em laboratório, pela inserção de pelo menos um gene de outra espécie. Alguns dos motivos de modificação desses alimentos são para que as plantas possam resistir às pragas (insetosfungosvírus, bactérias e outros) e a herbicidas. O mau uso de pesticidas pode causar riscos ambientais, tais como o aparecimento de plantas resistentes a herbicidas e a poluição dos terrenos e lençóis de água. O uso de herbicidas, inseticidas e outros agrotóxicos pode diminuir com o uso dos transgênicos, já que eles tornam possível o uso de produtos químicos corretos para o problema. Uma lavoura convencional de soja pode utilizar até cinco aplicações de herbicida, enquanto que uma lavoura transgênicaRoundup Ready (resistência ao herbicida glifosato) utiliza apenas uma aplicação.

Transgênicos ou organismos geneticamente modificados (OGMs) são seres vivos cuja estrutura genética a parte da célula onde está armazenado o código da vida, o DNA foi modificado pelo homem através da engenharia genética, de modo a atribuir a esses seres uma determinada característica não programada por sua natureza.
Segundo dados do Greenpeace, em 1990 não haviam lavouras comerciais de soja transgênica. Já em 1998, a área cultivada tinha superado os 28 milhões de hectares. Os principais cultivos de transgênicos hoje são o de soja, milho, algodão, e batata.

Os principais argumentos contrários vêm de ecologistas que apontam os transgênicos como vilões, afirmando que a ciência não tem controle total sobre o funcionamento dos genes, e que só o interesse econômico justifica a velocidade com que os transgênicos estão chegando à mesa do consumidor; não porque são mais produtivos, mas porque podem ser patenteados e garantir altos lucros.

Isso é um grande problema, já que apenas 10 países respondem por 84% dos recursos para pesquisa e desenvolvimento no mundo e controlam 95% das patentes. Pessoas ou empresas de países industrializados detém os direitos sobre 80% das patentes concedidas nos países subdesenvolvidos. Quais seriam os efeitos de tamanha dependência nesse setor? Como ficariam as populações de países em desenvolvimento que não podem pagar o preço dessa nova tecnologia?
Os ambientalistas até já criaram um apelido para esses tipo de comida: Frankenfood, uma mistura de Frankenstein e food (comida em inglês).

Uma das grandes causas dos transgênicos é em benefício da saúde. Um alimento pode ser enriquecido com um componente nutricional essencial. Um exemplo é do feijão que, por inserção de gene da castanha-do-pará, passou produzir metionina, um aminoácido essencial para a vida. Ou um arroz, que geneticamente modificado, produz vitamina A. Plantas geneticamente modificadas também pode ter a função de prevenir, reduzir ou evitar riscos de doenças, através produção de proteínas e até mesmo vacinas.
Outro benefício desse tipo de alimento está na diminuição do uso de agrotóxicos. Pode-se introduzir numa planta um gene capaz de faze-la ficar resistente a pragas e doenças, baixando, com isso, o custo de produção e o preço do alimento para os consumidores.
Existem pessoas como Doug Parr, pertencente à organização não-governamental Greenpeace, que preferiam que nada saísse do controle da mãe-natureza. Nem mesmo nos casos em que a justificativa é salvar colheitas de pragas. Segundo o cientista, há alternativas naturais viáveis, como ficou provado no Quênia. Ali, a broca de milho foi eliminada de muitas plantações com a introdução de um capim que, plantado ente os pés do milho, repelem o inseto e, ao final da colheita, ainda serve como alimentos para animais.
Se o objetivo é um alimento sem agrotóxicos, uma das soluções poderia ser os alimentos orgânicos, produzidos da forma mais natural possível, com adubo orgânico, como esterco e restos de vegetais. O gosto amargo desses alimentos está no preço.
Segundo a Associação de Agricultura Orgânica, eles podem custar de duas a dez vezes mais que os similares produzidos à base de tecnologia. E a pequena produção brasileira não alcança a demanda quase tudo é exportado para os Estados Unidos e a Europa. ” Interessante é ver que os estrangeiros, que inventaram os transgênicos, na hora de comer preferem os orgânicos”, comenta Ricardo Cerveira, agrônomo da Associação de Agricultura Orgânica.
Também pode-se fazer com que a planta adquira genes que façam com que o seu período de desenvolvimento seja mais curto, o que determina uma colheita rápida e um aumento na produtividade, sem que haja um aumento no preço do produto final.

ESCOLA: Lyceu Paraibano 
ALUNA: Priscila Danielly S. de Lima
SÉRIE: 3ª 37

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Alimentos Armadilhas em nossa alimentação.



ALIMENTOS ARMADILHAS EM NOSSA ALIMENTAÇÃO

AGROTÓXICOS



Os agrotóxicos foram criados na tentativa de defender a agricultura das pragas que atacavam toda a plantação. Quando eles são bem usados impedem a ação de seres nocivos sem estragar nem contaminar os alimentos. Dados relatam que o Brasil é um dos maiores compradores de agrotóxicos do mundo e as intoxicações por essas substâncias estão aumentando desde os trabalhadores chegando aos consumidores por meio da ingestão.
Eles podem ser encontrados em vegetais, açúcar, café e mel. Alimentos de origem animal podem conter substâncias nocivas que chegam a contaminar a musculatura, o leite e os ovos originados do animal, quando ele se alimenta da água ou  ração contaminadas.
A ANVISA informa que o uso intenso de agrotóxicos causa a degradação dos recursos naturais em alguns casos de forma irreversível onde acarreta desequilíbrio ecológicos e biológicos, a nossa saúde porem não fica atrás eles podem causar três tipos de intoxicação sendo elas: aguda, subaguda e crônica. Na aguda, os sintomas surgem rapidamente. Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica, pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer . Com a ocorrência de tantos malefícios  em nossa vida alguns consumidores estão sendo exigentes e assim só adquirindo os alimentos orgânicos (sem uso de agrotóxicos) assim tendo então uma vida mais saudável.

Como podemos descontaminar os alimentos ?


Produtos diversos são vendidos para descontaminar alimentos, além de vários métodos caseiros, que incluem a utilização de vinagre, bicarbonato ou água sanitária, mais de acordo com os estudos feitos o que realmente se resolve é a água corrente eliminando grande parte dos agrotóxicos. Podemos também retirar a casca dos alimentos, as folhas externas dos vegetais, a gordura de carnes vermelhas, a pele de aves e peixes e o principal fazer o cozimento corretamente de cada um dos alimentos antes de ingerir.


 Escola: Lyceu Paraibano
 Aluna: Adriana de S. Felix
Turma:3° 37